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MORAES NEGA DOMICILIAR A MISSIONÁRIO FELÍCIO QUITITO, QUE QUERIA PASSAR ANIVERSÁRIO DE 60 ANOS EM CASA
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Por Nilton Cesar Santana | 26 de maio de 2026

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa do pastor e missionário Felício Manoel Araújo, conhecido como Missionário Felício Quitito, condenado pelos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

O objetivo do pedido era claro: o missionário queria passar o aniversário de 60 anos em casa, no mês de julho. A defesa solicitou uma espécie de prisão domiciliar “pré-datada”, alegando que, ao completar a nova idade, ele poderia ter direito ao benefício.

No entanto, Alexandre de Moraes rejeitou o pedido, afirmando que completar 60 anos não garante automaticamente prisão domiciliar e que qualquer eventual benefício deve obedecer aos critérios legais e ao momento processual adequado.

Missionário Felício Quitito ficou conhecido nacionalmente após ser filmado dentro do Congresso Nacional durante a invasão às sedes dos Três Poderes, no dia 8 de janeiro. Em vídeos gravados por ele mesmo durante os atos, o pastor aparece exaltando o ex-presidente Jair Bolsonaro e defendendo sua permanência no cenário político.

Em uma das gravações que viralizaram, o missionário declarou: “Jair Messias Bolsonaro, você vai voltar para esta nação e continuar o seu governo”. Em outro momento, também afirmou: “Sou filho do Deus vivo”, frase que ganhou ampla repercussão nas redes sociais.

Condenado a 17 anos de prisão por crimes ligados aos atos de 8 de janeiro, Felício responde por tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.












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