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EVANGÉLICA, 25 ANOS E UMA HISTÓRIA DE ABUSOS: FEMINICÍDIO DE YASMIN CHOCA VITÓRIA DA CONQUISTA
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Por Nilton Cesar Santana | 24 de maio de 2026

Vitória da Conquista (BA), amanheceu em choque diante de mais um caso brutal de violência contra a mulher. A jovem evangélica Yasmin Silva Santos, de 25 anos, foi encontrada morta em uma área de matagal no bairro Miro Cairo, no sudoeste da Bahia, com o corpo apresentando marcas de disparos de arma de fogo. O caso é investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Segundo informações divulgadas por veículos locais e relatos de pessoas próximas, Yasmin vivia um relacionamento marcado por episódios de abusos e violência praticados pelo companheiro, apontado como principal suspeito do crime.

O suspeito foi identificado como Donizete Santos Silva, companheiro da vítima, que é considerado foragido pelas autoridades. Informações divulgadas pela imprensa local apontam que ele possui passagens pela polícia por crimes como roubo, tráfico de drogas e porte ilegal de arma.

De acordo com as investigações iniciais, Yasmin teria sido retirada da casa de um parente antes de ser encontrada sem vida em um matagal na região do bairro Miro Cairo, cenário que gerou revolta e indignação entre moradores da localidade.

Yasmin frequentava uma igreja batista em Vitória da Conquista. A congregação publicou uma nota de pesar nas redes sociais lamentando profundamente a morte da jovem, aumentando ainda mais a comoção entre familiares, amigos e membros da comunidade cristã.

A Polícia Militar realizou o isolamento da área até a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT), responsável pela perícia. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, com acompanhamento da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), que continua as diligências para localizar e prender o suspeito.

O assassinato de Yasmin reacende o alerta sobre a escalada da violência doméstica e do feminicídio no Brasil, deixando uma pergunta que ecoa entre moradores da cidade: até quando mulheres continuarão perdendo a vida após sucessivos sinais de violência?

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