JUSTIÇA
Justiça nega pedido de Marco Feliciano para derrubar postagem de Rachel Sheherazade sobre violência doméstica
Marco Feliciano pediu a remoção imediata da postagem, a proibição de novos conteúdos semelhantes, direito de resposta e indenização de R$ 81.050,00 por danos morais
Por Nilton Cesar Santana | 24 de maio de 2026
A Justiça negou o pedido apresentado pelo deputado federal e pastor evangélico Marco Feliciano para remover uma publicação da jornalista Rachel Sheherazade relacionada ao debate sobre violência doméstica no meio evangélico.
Segundo informações divulgadas pelo portal Fuxico Gospel, Marco Feliciano acionou a Justiça pedindo a remoção imediata da postagem publicada por Rachel Sheherazade, além da proibição de novos conteúdos semelhantes. O parlamentar também solicitou direito de resposta e uma indenização de R$ 81.050,00 por danos morais.
A publicação alvo da ação judicial fazia referência a dados e críticas envolvendo a violência doméstica entre mulheres evangélicas, tema que gerou forte repercussão nas redes sociais e intenso debate público. Rachel Sheherazade teria questionado posicionamentos ligados ao segmento religioso e criticado falas associadas ao deputado.
Na decisão, a Justiça entendeu que não havia elementos suficientes para justificar a remoção imediata do conteúdo ou a imposição das demais medidas solicitadas pela defesa de Marco Feliciano. O entendimento reforça discussões frequentes sobre liberdade de expressão, direito à crítica e os limites jurídicos envolvendo figuras públicas.
O caso reacende um debate delicado no Brasil: até onde vai o direito à manifestação e quando críticas públicas podem ser interpretadas como ofensa passível de reparação judicial. Em situações envolvendo personalidades políticas e religiosas de grande alcance, decisões judiciais costumam equilibrar liberdade de expressão e proteção à honra.
Até o momento, não havia confirmação sobre eventual recurso contra a decisão.
Fonte: Fuxico Gospel.

temos violência contra as mulheres em todo lugar. Outro dia falei que muia gente no MS e no Sul em geral descendia de paraguaios porque na guerra a prática do estupro é uma marca registrada. Evangélico é homem e onde há homens há erros.